sábado, 29 de novembro de 2008

Um pote, dois potes, três potes... Quantos serão e de que cor???

Fui a segunda a saber hehehehehehe, na verdade a quarta pessoa....
a primeira pessoa foi Deus, que foi Quem preparou a surpresa.
a segunda, a Alê, minha tia lindona que fez o exame (hehehehe)
a terceira pessoa foi meu tio - que mais feliz não podia ter ficado com a notícia!

Assim que ele soube, meu celular tocou..
Eu estava sentando pra começar a fazer a prova, quando meu celular reconheceu "Julio - casa", saí preocupada da sala, pensei que tinha acontecido algum desastre...

_Alô? Leila???
_ Amanda!
_ Cadê a sua mãe? Preciso falar com ela!
_ To na facul, minha mãe tá sem telefone...
_ Ah meu Deus!!! tenho que dar uma notícia pra ela...
_ Jesus, o que aconteceu??
_ Eu tenho que falar com ela...
_ O que aconteceu?
_ Ah....
_ A Alê tá gravida???
_ tá!!! Eu vou ser pai...
_ ahhh não acredito!!! que lindo ( e saí pulando por aí...rs... o povo da faculdade olhando e eu pulando ...)

Bem, não sei se é menino, menina, se é um, se são 2..3.. rs...
Mas é mais um potinhooooo lindooo (a) pra minha estante!! ^^
Quanta alegria!! Amo mto estes tios.. o Julio marcou minha vida, sempre muito presente, mais que tio, um irmão mesmo!
A Alê foi uma bênção que veio para adicionar em nossas vidas! Uma mulher de Deus, segundo Seu coração, sábia e de fé!

Amo vcs meninos! ^^
Deus abençoe mais essa etapa!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Explanações

E mais uma vez, me deparo surpresa, na verdade descubro que subestimo demais aquilo que Deus pode fazer e me "surpreendo". Ao Senhor para quem não há tempo ou espaço, o mover das águas à distância é apenas um tilintar de seus dedos. Para Quem "Criar Céus e Terra" foi apenas uma ordem para que se ajuntassem e separassem os elementos corretos, a cura da alma humana que é mais complexa do que um monte de terra, porém, Lhe trás maiores alegrias, maiores momentos de regozijo e conforto.

Meus potes cada dia que os conheço um pouco mais, descubro que a mais abençoada sou eu, por tê-los descoberto, e como diz um destes potes: "Você é uma caça-potes! Não sei como, mas consegue encontrar potes lindos... e não falo de mim.. "

Até que eu consiga sentar para explanar melhor todos estes detalhesm, guarde consigo:
A Cura da Alma humana é mais valiosa do que um pós-doutorado em Harvard e toda a fortuna de Bill Gates... juntas! Aliás, é mais valiosa ainda do que toda a sabedoria e ciência de Salomão, do que todos os bens dos Reis do mundo, do que todo o poder político que alguém possa exercer.
Uma pessoa tocada e curada é algo... Divinamente magnífico!

Atualizando 28/11/2008 9:08 da manhã:
Agora conseguirei escrever... finalmente!
Estou apaixonada!
Talvez seja uma declaração assustadora, talvez não. Mas me sinto cada dia mais apaixonada...
descobrir potes é um verdadeiro arranjo de Deus e cuidar deles, orar por eles, conversar, surpreender, chorar, abraçar, sorrir, se admirar deles e com eles, é fascinante, apaixonante!

Falarei de um pote específico, mas, não direi sua cor, para que ninguém fale "Ora, mas porque você falou desse pote aí que eu nem sei quem é ao invés de falar de mim?" (risos) Eu sei, conheço o povo (risos)

Querida,
Você tem me surpreendido, por tamanha maturidade, tamanha compreesão dos propósitos do Pai, tamanha doçura e sinceridade, me sinto feliz e honrada de tê-la como amiga e ter compartilhado os ultimos meses com você.

Ontem ainda, comentei com duas pessoas maravilhosas: Amo a cidade de Londrina, mas, as pessoas que conheci em Maringá, me fizeram ver que esta cidade vale a pena! As pessoas aqui são maravilhosas, eu tive a sorte de me deparar com seres humanos fantásticos, abençoados e surpreendentes. Descobri que a raça humana não é de toda terrível, que ainda há um remanescente de pequenos potinhos que fazer o mundo conhecer o amor do Pai.

Descobri que posso escolher a vida ou a morte, mas que não consigo ver ninguém escolher a morte e ficar omissa, descobri que amo as pessoas, que elas são fantásticas, mesmo com defeitos, mesmo com problemas, mesmo estando carentes, sós, tristes, eu amo e para amar não é preciso o outro estar 100%, se assim fosse, não seria amor, seria egoísmo e interesse próprio. Se você está ao lado do outro por mera vontade de rir, não faça amigos, more num circo!
Viva, conviva, troque informações, compartilhe, adimire, surpreenda, chore e ria, ligue, escreva, esteja presente... e você verá o quão abençoada sua vida se tornará.


domingo, 16 de novembro de 2008

A mudança de Copérnico

por Max Lucado

Culpe o Copérnico. O mundo estava muito bem até que ele veio em 1543 e anunciou que o Sol, e não a Terra, era o centro do sistema solar.

Ptolomeu convenceu o mundo do contrário e por 1400 anos acreditamos que éramos o centro de atividade. Era uma posição invejável. Os pais podiam apontar para o céu à noite, colocar os braços ao redor dos ombros de seus filhos e dizer: “Estamos bem no meio de tudo isso”.

O centro da roda planetária, o ponto central do corpo celeste, o 1600 da Avenida Pensilvânia do universo. Deixe os outros planetas orbitarem inquietamente como vagabundos através dos céus, não nós. Não senhor. Nós estávamos aqui ontem; estaremos aqui amanhã. Tão previsível como o Natal.

Não só estávamos no centro de tudo, éramos a âncora de tudo. Ptolomeu vislumbrou uma Terra imóvel. Uma rocha de estabilidade entre órbitas esquizofrênicas. Porque alguns planetas são tão tristes que eles farão uma volta de 180 graus em você de um dia para o outro. Não a Terra. Não. O Rochedo de Gibraltar não se move e a Terra não gira. Somos o centro do Universo e somos a âncora do Universo.

Então vem Nicolau. Nicolau Copérnico com seus mapas e desenhos, seu nariz ósseo e seu sotaque polonês. Ele dá um tapa em nossas costas, limpa sua garganta e diz: “Desculpa, sinto muito por dar a notícia. Mas o centro do nosso Sistema Solar está lá”. E, levantando um só dedo, aponta em direção à estrela mais brilhante: o Sol.

O anúncio não foi bem recebido. As pessoas não recebiam bem o rebaixamento naquele tempo. Ainda não recebemos. Ainda gostamos de pensar que o Universo gira ao nosso redor. E não gostamos que nos digam o contrário. Mas essa não é a mensagem da Bíblia? Deus não faz o que Copérnico fez? Dando um tapa nas costas da humanidade, Ele aponta para o Filho e diz: “Veja o centro de tudo”.

“Ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro.” (Ef. 1: 20,21)

De um lado, essa notícia traz grande alívio. Como você não é mais o centro do Universo, não sente mais o peso do mundo em suas costas. Mas por outro lado, a transição de ter o centro em si mesmo para ter o centro em Cristo é o desafio mais difícil que temos que enfrentar. Existe um pouco do Ptolomeu em nós.

Se Cristo é o centro, tudo muda. Você não vive mais para se servir; você vive para servi-Lo. Você se esforça não para fazer a sua vontade, mas a dEle. Você não exige mais que seja do seu jeito, mas procura o jeito dEle. O seu objetivo não é o seu prazer, mas Sua honra. Você não é mais o senhor do seu território; Deus é. Sua primeira pergunta não é: “O que eu quero fazer hoje?” Mas, antes: “O que Deus está fazendo e como posso ser parte disso?”

Isso não diz respeito a mim e a você. Diz respeito a Ele.

Pense sobre as conseqüências do pensamento da Terra achatada. Você não acha que Ptolomeu teve fortes dúvidas? Se você vê a Terra como um objeto imóvel quando tem na verdade uma órbita giratória, você tem sérias dúvidas sobre ciência natural.

E, se você se vê como o centro do Universo, quando não é, você tem alguns problemas filosóficos. Isto é: morte, doença e desastre. Se o mundo gira ao seu redor, por que tudo não acontece do jeito que você quer?

Tornar-se um cristão é admitir que isso não acontece. Tornar-se um cristão significa confessar e celebrar Deus como a estrela e assumir nosso lugar como amados, mas órbitas menores no seu plano.

Ouvimos menos de: “Isso é o que eu quero!” e mais de: “O que você acha que Deus quer?” Carreira e negócios tornam-se plataformas para o nome de Deus, não o nosso. E nossos corpos. Não mais dizemos: “Bem, é o meu corpo eu posso (múltipla escolha) comer o que quiser, inalar o que quiser, dormir com quem eu quiser”. Mas compreendemos melhor que nossos corpos são emprestados por Deus. Como podemos usá-los para Sua honra?

Chame de mudança de Copérnico. De nos termos como centro para termos Deus como centro. De termos a nossa promoção para ter a promoção de Deus. A mudança não foi fácil para Copérnico. Até a igreja o afligiu por causa de sua descoberta.

A mudança não é fácil para você e para mim. Mas vale a pena descobrir o seu lugar no Universo.

Notas:

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

Este texto, retirado do site: www.irmaos.com

domingo, 9 de novembro de 2008

Pontos...

Este é um momento de repensar as coisas.

Como se Deus estivesse direcionando tudo, cada detalhe, apesar de estar chorando agora, sei que as coisas vão melhorar depois. Sei que posso continuar a cantar, a escrever, continuar a viver e viver mais intensamente ainda.

Escolher entre "juntos" agora, "curtindo numa nice", não é e nem nunca será o "sozinhos" agora e "vivendo os sonhos de Deus amanhã".

Aprendi com uma pessoa maravilhosa, com quem tenho conversado um pouco ultimamente, (potinho lilás), que o amanhã é a melhor coisa da dor de hoje. Que os sonhos de Deus sempre, e indubitavelmente, serão melhores. Independentemente de estar triste, pensando que não é uma boa escolha, sei que é abençoado por Deus e é parte da Sua Vontade em minha vida.
Sei que a minha visão, humana e embaçada, não é a visão do Alto, por mais que eu queira compreender o propósito Dele, é incompreensível. (nem é da minha alçada né..)

Queria estar por aí, passeando, curtindo a linda noite que está lá fora... Mas, estou aqui, aprendendo mais uma vez: O melhor de Deus está por vir.

Entre o hoje - triste e deprimente.
E o amanhã - abençoado e cheio de Deus.

Escolho o Amanhã.
Uma boa noite, vou descansar e curtir a Presença Daquele que É Fiel, acima de todas as outras coisas. Papai Lindo, Senhor meu e Rei meu: Te amo!

domingo, 2 de novembro de 2008

Canção das mulheres

Mais uma vez, a voz de Lya Luft ecoou... mais uma vez, faço minhas as palavras dela.

in Pensar é Transgredir, P. 13-15


Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silencio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco mais – em lugar de voltar logo à sua vida, indo porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.

Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo “Olha que estou tendo muita paciência com você!”

Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que quando levanto de madrugada e ando pela casa, o outro não venha logo atrás de mim reclamando: “Mas que chateação essa sua mania, volta pra cama!”

Que se eu peço um segundo drinque no restaurante o outro não comente logo: “Pôxa, mais um?”

Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro – filho, amigo, amante, marido – não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa – uma mulher.



***Dentro em breve teremos um novo colaborador!
***E: Viva as mulheres lindas! Marias, Joanas, Catarinas, Amandas...