domingo, 30 de maio de 2010

morte e exclamações



Eu resolvi "estudar" hoje... li sobre Alberto Caeiro, heterônimo do Fernando Pessoa, e achei esse poema que fala sobre a morte. gostei especialmente dos 4 últimos versos. Apesar dele (A. Caeiro) falar contra o pensamento e a reflexão, seus poemas nos fazem pensar do mesmo jeito e é assim de proposito, o qje me faz pensar que o cara era bom!

Alberto Caeiro, Poemas Inconjuntos

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma

Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?

Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.

O que for, quando for, é que será o que é.


PS: nao sei o nome do poema, Poemas Inconjuntos é o nome da obra.

Anaí M França

terça-feira, 25 de maio de 2010

Violência doméstica.

Mola propulsora de um monte de catástrofes sociais!

Geradora de agressores, bandidos, oprimidos, violentados…

Quantas de nossas crianças e mulheres não vem sofrendo com tamanhas desgraças!

Abaixo post originalmente escrito em “O Púlpito Cristão” http://www.opulpitocristao.com

Igreja Evangélica e a Violência Infantil

Leonardo Gonçalves Violência Infantil segunda-feira, 29 de março de 2010

Por Renato Vargens

A Violência doméstica é um grave problema em nossa sociedade. Nossas igrejas estão repletas de mulheres e crianças que apanham de seus maridos, pais e padastros. Infelizmente não são poucas aquelas que vivem uma vida de horrores, sofrendo as agruras de uma relação despótica, ditatorial e abrutalhada.
Segundo a UNICEF, todos os dias, mais de 18 mil crianças são espancadas no Brasil, sendo que as mais afetadas são meninas entre sete e 14 anos. Em nosso país, existe uma população de quase 67 milhões de crianças de até 14 anos. Em todo território nacional são registrados 500 mil casos/ano de violência doméstica de diferentes tipos. Em 70% destes casos os agressores são os pais biológicos.
Em Curitiba, a cada seis horas, as autoridades municipais tomam conhecimento de pelo menos uma criança vítima de violência, abuso sexual ou de maus tratos praticados pela própria família, em uma situação que é classificada de emergência. No Rio de Janeiro, numa pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro sobre ‘violência doméstica’, o tipo mais comum de violência é a sexual (31,6%), seguida de maus tratos físicos (27,7%), negligência (24%) e abuso psicológico (15,8%), onde na maioria das vezes, o algoz é o pai ou padrasto.
Em São Paulo, a CASA DE ISABEL, que é um Centro de Apoio a Mulheres Vítimas de Violência, afirma que 90% das mulheres que procuram ajuda são evangélicas, membros em sua maioria, de Igrejas Pentecostais. Nas dissidências da Casa de Isabel, é fácil encontrar grupos de mulheres com a Bíblia aberta, senhoras murmurando corinhos cristãos e até mesmo a música no rádio da recepção, tocando canções evangélicas.
Isto posto, é indispensável que entendamos:
1- Nem todos que se dizem evangélicos, de fato os são.
2- O homem por natureza é mau e desesperadamente corrupto.
3- É inegável que o ambiente onde o agressor foi criado e habita, contribui significativamente para a formação de uma mente violenta e perversa.
4- A falta de referências afetivas e familiares são marcas indeléveis a uma mente desestruturada.
5- A Ausência paterna caracterizada especificamente pela inexistência das leis que regem a família contribui para um comportamento violento do agressor.
6- A relativização da ética, da moral e dos bons costumes.
7- Baixíssimo nível de escolaridade.
E a igreja? O que tem feito diante da violência doméstica?
1- Tem sido absolutamente omissa diante da violência dominante na sociedade.
2- Tem sido teologicamente fatalista.
3- Tem "polyanizado" a vida fazendo o "jogo do contente", deixando de cumprir o papel de denunciar a violência e a injustiça da nação.
4- Tem sido exageradamente farisaica.
5- Tem “satanizado” os relacionamentos pessoais transferindo a culpa das mazelas humanas para o diabo.
6- Não tem educado, nem tampouco corrigido os desvios comportamentais de seus membros.
7- Tem distorcido teologicamente o papel do homem, da mulher e da criança na relação familiar.
8- Não tem fortalecido, nem tampouco servido como comunidade terapêutica àqueles que foram vitimados pela violência.
O que fazer então?
1-Romper definitivamente com a hipocrisia eclesiástica que nos é peculiar.
2-Romper com os conceitos e métodos educacionais usados nos encontros de casais.
3- Reformular as classes de ensino bíblico objetivando o resgate de valores cristãos como amor, respeito e afetividade.
4- Estabelecer um discipulado prático e objetivo em suas estruturas onde os valores do reino devam ser enfatizados e pregados.
5- Denunciar e punir eclesiasticamente os autores de violência doméstica.
6- Amparar, fortalecer e ajudar na restauração emocional dos que foram vitimas de violência familiar.
7- Estabelecer uma “Escola de Pais” onde através de pastores e educadores, pais e responsáveis sejam ministrados em quesitos básicos relacionados a convivência familiar.
8- Promover fóruns, simpósios e congressos práticos que visam à qualificação de conselheiros cristãos para uma abordagem direta dos que foram vitimados pela violência.
Estabelecer parcerias com o poder público, com a sociedade civil, com escolas, associações de moradores, conselhos tutelares, etc.
9- Se necessário for denunciar o agressor a polícia.
Caro amigo, mais do que nunca é necessário arregaçar as mangas, abandonar definitivamente os balcões de espera, e enveredar por este mundão de meu Deus anunciando aos que sofrem o maravilhoso amor de Jesus.
***
Renato Vargens é pastor, escritor e articulista no Púlpito Cristão

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Meio Milhão…

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Quando li essa matéria, me segurei com força à mesa, espremi os olhos e lembrei dos sonhos anteriormente dados por Deus, sonhos de resgate, de auxílio… sonhos de cura!

Pelo amor de Deus, meio milhão de meninas é muita coisa!

Li originalmente em “Adital” www.adital.com.br hoje 24-05-2010.

22.05.02 - BRASIL
Mais de meio milhão de meninas são prostituídas no Brasil

Adital -

Brasil - Numerosas meninas das regiões mais distantes do Brasil, que às vezes nem sequer chegam à adolescência, são vítimas de tráfico, leilão e venda com o fim de prostitui-las em paraísos do turismo sexual como Recife, Salvador e Fortaleza. Uma recente investigação de Ramy Wurgaft, enviado do diário espanhol El Mundo, descobriu autênticos mercados de meninas atraídas à prostituição mediante enganos e, literalmente, vendidas em leilões. Tanto o Unicef -órgão da ONU que cuida da Infância no mundo- como a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) disseram que não há comprovação fidedigna sobre estas rifas e bingos clandestinos para a prostituição de adolescentes. Segundo dados de ONG's baseados em denúncias, acredita-se que 500 mil meninas estão envolvidas com a prostituição no Brasil. A organização brasileira Abrapia traz uma estatística de denúncias, mas, assinalou que devido ao fato de que a prostituição seja uma atividade clandestina, mais particularmente oculta no caso de infantes, ninguém pode assegurar cifras completamente confiáveis. Leandro Gonzáles, da Associação Brasileira contra a Prostituição Infantil, declara que este abuso já cobrou a vida de 600 meninas e meninos nos últimos anos. A metade, explicou, como vítimas da aids e os demais em mãos de proxenetas, da polícia ou dos próprios clientes. O enviado de El Mundo entrou em contato na região de Mato Grosso com um condomínio de edifícios, o qual denunciou um mercado de meninas escravas em uma antiga imprensa, supostamente transformada em academia de baile. A princípio, os vizinhos elogiavam a bondade desses senhores por ensinar-lhes algo útil a essas meninas andrajosas. Mas, depois, começaram a estranhar que as alunas fossem de tão pouca idade, entre seis e 14 anos, contou. Quando a polícia chegou ao edifício, as meninas, os clientes e os professores haviam fugido: alguém os avisara. Sônia e Letícia, duas irmãs, foram contatadas por um homem que prometeu empregá-las para que fizessem serviço doméstico em uma casa luxuosa. As meninas foram recebidas para uma audiência em Guiratinga, onde foram maquiadas e disfarçadas de adultas junto a outras companheiras: logo subiram a um palco e ali se viram transpassadas por miradas lascivas de um público masculino. Um tipo gritou sem respiração: "Mil reais é o preço para esta beldade de Caiaponia, sã e sem estrear! Quem disse mil 500? Demônios, amigos, que não estamos em um leilão de melões. Dois mil? Ficamos em dois mil?" Sônia e Letícia compreenderam que estavam frente a proxenetas. Antes que Sônia, a menor, pudesse escapar, ambas sofreram abusos e violações por parte de seus captores. Quando Sônia, continua o relato do enviado de El Mundo, pôde fugir, tardou um ano para recuperar-se da amnésia traumática que lhe provocaram as violências sofridas. Sua irmã foi obrigada a golpes a aceitar uma identidade falsa e teve como destino Recife, um dos balneários do nordeste do Brasil onde o turismo sexual é uma indústria perfeitamente organizada. Segundo informes do Comitê de Estudos da Exploração Sexual e da Comissão Legislativa do Estado de Pernambuco, há mais de 30 agências na Europa que vendem pacotes de turismo sexual. Inclusive, antes de embarcar, os turistas já dispõem de álbuns de fotos das mulheres prostituídas, das quais a maioria -um terço ao menos em Recife- são meninas de 10 a 16 anos. Pelo menos meio milhão de meninas são prostituídas no Brasil, vítimas de um negócio que move mais de 120 milhões de dólares ao ano e que a polícia, a justiça, as ONG's e as entidades de promoção turística estão tratando de frear mediante campanhas para denunciar e informar contra a prostituição infantil, a pedofilia e o turismo sexual. (CAMBIO/CIMAC) Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Amontoando…

Aula de Usucapião.

De cada um dos lados, alguém lutando pelo seu pedacinho de chão. Quem tem direito, quem não tem direito… Alguém me diga, qual é a causa de brigar por coisas tão ínfimas?

Eu  entendo a necessidade desta guerra, é inerente à sociedade contemporânea, e, desde que alguém resolveu morar dentro de um cercadinho  que pudesse chamar de seu, essas guerras começaram.

As pessoas então começam a guerrar por pedaços de terra, pedaços de pão, um pouco de ar, dignidade, liberdade, vida, vingança, morte…

Até onde iremos nessa guerra, a maior parte das vezes com intenções egoístas, e quantos mais precisarão oferecer suas vidas em detrimentos destes ideais?

Vale a pena querer demais?

E lhes proferiu ainda uma parábola dizendo:

O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava dizendo consigo mesmo: que farei, pois não tenho onde Recolher os meus frutos?

E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regalate.

Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado, para quem será?

Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus. Lc. 12.16-21

A imagem utilizada é de Francisco de Assis, dizem seus biógrafos que ele compreendeu o sentido da não acumulação de bens, e viveu bem, plenamente, intensamente, contradizendo a corrente de “quanto mais tiver, melhor será”. Graças a Deus por ele ter entendido e vivido isso.

Naquele que desafia a nossa vivência ordinária,

APS

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Entre remédios, meias furadas e Ong's




Talvez eu fale muito dos amigos. É a minha realidade, e me alegro muito com ela!
Hoje meu mundo são meus amigos, espero que, um dia quando a família for maior, estes mesmos amigos não me abandonem. Acho que não viveria sem eles.
A especialidade de ser chamado por Deus pra cumprir algo em conjunto é animador! E além de tudo, é bíblico: Ir de dois em dois (três em três... quatro... cinco, enfim!). Sabe-se que não se está só. Sente-se o abraço e as orações. O aconchego, o carinho, o amor!
"Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”. (Jhon Donne, citação encontrada na contracapa de "Por quem os sinos dobram de Hemingway)
Lógico a beleza poética desta citação me trás certa melancolia. Então melhor me abster. Fato é que os sinos dobram por todos.
O que quero ressaltar neste texto é que nós somos parte de um continente. Somos parte uns dos outros, cada um com sua atividade pertinente, pois se todos fossemos juizes, onde estariam os médicos não é mesmo?
Se todos fossem pastores, onde estariam as ovelhas...

Li no Blog "meditações de fim de mundo" (que é muito divertido, por sinal!) uma coisa interessante:
"Teoria da Amizade Pura - Parte 1
[...] Mas nunca vi uma amizade crescer do nada tão rápido, como quando um segredo é partilhado.
Não é que, pela altura a que chegamos a velhos, tenhamos ainda um grande lote de segredos por contar. Vamos abrindo mão deles sem dar por isso e a dada altura, todas as pessoas com que nos cruzamos juntas sabem mais de nós que aquilo que nos lembramos.[...]"

Sei lá, amizade é coisa estranha, é um pacto de honra, um pedaço de alma, um encontro de mundos, uma partilha de ideias, e um esteio para escombros. É através das amizades que descobrimos a beleza de estar com a casa destruída e ainda assim ter forças para buscar a reconstrução. E isso, é doloroso, porém belo. Remete àquela idéia de "ostra", de não ter beleza, porém num momento de dor construir a beleza.

As amizades mais sinceras surgem de lugares inusitados. A Anaí, a Jaque e a Nathália que o digam. São 3 pessoas que me são muito caras! A Anaí cresceu comigo, no entanto só depois de um pacote de sal é que nós nos unimos, pra não dizer a respeito de um par de tênis. A Jaque é como uma mãe, aliás, a Sarah que me perdoe, mas é como se fosse mãe mesmo, esteve e está presente em momentos cruciais, de dor e de alegria. E a Nathy, bem, veio por meio da Anaí, e sinceramente, mesmo que sejamos todas crisolinas, eu me sinto muito bem em sê-lo ao lado dela.
Amizade é isso! E ser UM independentemente de onde se more e da distancia que nos separe.

CLARO QUE, outras pessoas passam por aqui, os meus potinhos sabem bem disso. Os amo!
Saudações ao pote loiro e pianista com quem partilho o mesmo teto... obra de raro valor.
Saudações ao pote comprido que será tio em breve e é meu mano do core!
Saudações aos amados... partes de mim! Meus AMIGOS!

Naquele em quem personificamos as alianças de amor,

APS

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Fraternitè.




"...mas, uma coisa eu aprendi com as irmãs: Obediência e Fidelidade..."

Realmente, pensando o antes-e-depois da experiência, descobri que antes a questão da obediência era algo: "ah. tenho que obedecer mesmo... puxa vida..." hoje, penso muito antes de assumir um compromisso, porque eu sei que se eu me submeter à obediência hierárquica, terei que cumprir. Abraçar a causa e vestir a camisa.
O que quero dizer, é que antes, eu via a Instituição como "qualquer coisa", hoje, encaro como algo sério. E não me refiro à Instituição como um todo, mas, da perspectiva comunitária, da vida em comunidade, respeitando uns aos outros, procurando amar, me submetendo à autoridade.
O curioso neste caso aqui, é que, ando sonhando (pra variar) mas, existem outras pessoas comigo e me submeto à elas, no respeito do Senhor. Naquilo que, conforme sabemos, cabe a obediência.
Procuramos a opinião umas das outras, mas, honramos o sonho inicial. Sabendo que o Senhor foi quem o concebeu em minúcias.

Acredito realmente no poder da Unidade.
Acredito realmente na Obediência ao Senhor.
Acredito realmente que o Amor cobre multidão de pecados - E transforma!
TRANS - FOR - MA
E amor... bem, é mais do que 4 letrinhas viu... BEM MAIS....

procure refletir nisso e desmembre este pequeno textinho em algo que gere mto fruto!

Naquele que ensina o Caminho do "tudo em comum",

APS

terça-feira, 18 de maio de 2010

Guibada

Moçada,

Hoje só to escrevendo pra dzer que estou passada de gripe. Que nao consigo raciocinar com tamanha dor de cabeça.

Os dias passam se arrastando. E sinto que tenho uma torneira no lugar do nariz, mas sobreviverei.

 

Orem aí.

Saudações,

Amanda Perbeline

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Parceria.



Informo a vocês, meus queridos companheiros de blogosfera, que ontem foi publicado o primeiro post em parceria com "O Grande Criador". Um blog com conteúdo coerente, bíblico, e até progressista demais pra alguns, ou seja, de cabeças jovens para mentes questionadoras.

Compartilho também que, as escritoras de "O Grande Criador" vez por outra passarão por "Comunicando Pontos" para partilhar, levantar a poeira, desabafar e escrever livremente sem receios.

Nathy Mendonça e Anaí Medeiros agora também são "Comunicadoras de pontos".

Este é um presente dos Céus pra nós, estas meninas valem mais que ouro!

Naquele que une e não separa,

Amanda Perbeline

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Amor é estrada




Ouço tanto falar em amor, mas, pouco vejo a vivência desse amor. E, nos ultimos dias, tenho vivido o amor de Deus, de muitas formas. Vivido o amor de Deus em lugares diversos. Aprendido sobre o serviço, entrega e renúncia.
Tenho visto que existem pessoas apaixonadas por Deus e que vivem conforme acham ser correto e dão tudo de si à Ele.
Enfim, as pessoas não são suas idéias, as pessoas não são um amontoado de coisas, são um todo integral que se dividem em corpo, alma e espírito. Há uma vida complexa sob a qual devemos compreender que paira o amor de Deus, e nossa função não é acusar e subjulgar, nem tampouco concordar e se submeter, nossa função é amar, servir e com a Vida à serviço de Deus, respeitando o Tempo, observar as mudanças de estações.

Jesus não enfiava conceitos densos, Ele trabalha com cada um segundo sua natureza completa. Para uns apenas a cura física bastava para experenciarem o amor de Deus (ex.Cego de Jericó), para outros alguns conceitos teológicos simples e um diálogo (Mulher samaritana junto à beira do poço de Sicar) já os atrai ao Pai e ainda alguns precisam passar anos caminhando com o Mestre e o abandonar para compreender que não podem viver sem Ele.

E Jesus respeitou a cada um, tratou sempre todos com amor e cuidado, e, aos sacerdotes algumas vezes se irou, pelo fato de que eles lideravam o povo e não viviam o amor de Deus e seu cuidado, não viviam a Sua Palavra, não estavam com o povo, mas contra o povo, semeando discórdia (como alguns ainda hoje, seja lá qual for a religião, fazem). O que neste trecho é importante ressaltar, é que, Jesus não se irou contra os sacerdotes por quem eles eram como pessoas, mas, se irou porque: os sacerdotes eram hipócritas, semeadores de discórdia, orgulhosos, se achavam mais "santos" que os demais, agiam como donos de seus templos, impediam que aqueles que tinham sede de Deus se achegassem a Ele.
O problema aqui não é ser apenas sacerdote, mas, impedir que outros se acheguem a Deus, colocar uma pedra no caminho entre Deus e o homem.

A questão aqui é: como você age em relação aos que tem sede de Deus e o desejam, mas não tem como caminhar por não enchergarem o caminho (cego de jericó)?
como você age em relação àqueles que conhecem um pouquinho, mas estão aprisionados emocionalmente e se sentem os piores dentre os piores (mulher do poço)? E, como você age em relação àqueles que caminham com Jesus o tempo todo, mas acabam traindo-O por medo e falta de conhecimento da essência do Senhor (apóstolos)?

Pense nisso.

Naquele que vê além do que eu vejo,

APS

domingo, 9 de maio de 2010

Shadowfeet



Hoje pela manhã olhei para meus pés, e pensei que meus pés não são pés de modelo, que muitas vezes não apenas me levam para os melhores lugares, mas também aos piores.
Pensei nas minhas mãos, que um dia precisaram ser seguradas quando eram minúsculas, para que eu não viesse ao chão, e me ferisse fisicamente, hoje quando não seguram nada ou tocam, normalmente são tocadas e novamente a seguram para que eu não caia, emocionalmente. Hoje elas buscam apoio também, mas as causas não vem de um joelho ralado, mas de um coração partido.
Não que isso seja puramente pessoal, não estou com o coração partido, mas penso de maneira genérica, que muitos o estão.
Olho então pro chão e vejo profundas pegadas...
Que não são minhas, mas que sigo sem pestanejar. E, quando me deparo com a escuridão e parecem que as pegadas somem, então sinto Suas Mãos me puxando... E Sua Voz direcionando a minha vida. Profundas pegadas que me atraem, fortes Mãos que me afagam, Doce Olhar que me revela profundidade em Seu amor.
Meu Mestre e Íntimo Amante, obrigada por me ajudar a perceber sua Vida e me ajude a partilhar a Sua Graça e Misericórdia.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Cristianismo sem religião

Mais um mês se passou.

O tempo passa tão rápido para você quanto passa para mim aqui? Fico muitas vezes surpreso diante disso – e quando vai chegar o mês em que você e Renate, eu e Maria, e nós dois possamos nos encontrar novamente?

Tenho a impressão nítida de que eventos momentosos estão movendo o mundo a cada dia e poderiam mudar todos os nossos relacionamentos pessoais; gostaria por isso de escrever-lhe com frequência muito maior, em parte porque não sei por quanto tempo poderei fazê-lo, e ainda mais porque queremos dividir tudo um com o outro com a maior frequência e pelo maior tempo possíveis.

Chegou ao fim o tempo em que se podia dizer tudo às pessoas por meio de palavras teológicas ou piedosas.Estou inteiramente convencido de que quando você chegar a receber esta carta grandes decisões já estarão colocando as coisas em movimento em todas as frentes. Durante as próximas semanas precisaremos de grande força interior, e é isso que desejo para você.

Devemos todos manter as mentes lúcidas, de modo a que nada nos assuste.Em vista do que está por vir estou quase pronto a citar o δει bíblico, e sinto que “anseio olhar”, como os anjos em 1 Pedro 1:121, a fim de ver de que modo Deus irá resolver o aparentemente insolúvel. Creio que Deus está prestes a realizar alguma coisa que, quer façamos parte dela de forma aparente ou oculta, seremos capazes apenas de receber, com a maior maravilha e assombro. De algum modo ficará claro – para os que tiverem olhos para ver – que o Salmo 58:11b2 e o Salmo 9:19-203 são verdadeiros; e teremos de repetir Jeremias 45:54 para nós mesmos todos os dias.

É mais difícil para você passar por isso separado de Renate e do seu menino do que é pra mim, pelo que penso em você especificamente, como estou fazendo agora. Parece-me que seria muito mais fácil, e para nós dois, se pudéssemos passar por isso juntos, ajudando um ao outro.

Mas é provavelmente “melhor” que não seja assim, e que cada um de nós o enfrente sozinho. Acho difícil não poder ajudá-lo em coisa alguma – exceto pensando em você de manhã e à noite quando leio a Bíblia, e com frequência durante o dia também.Você não precisa se preocupar comigo de forma alguma, porque estou levando incomumente bem – você ficaria surpreso se viesse me ver. As pessoas aqui vivem me dizendo (e como você vê, sinto-me muito lisonjeado com isso) que “irradio tanta paz ao meu redor” e que “sou sempre tão alegre” – de modo que os sentimentos muito distintos desses que às vezes me assombram devem, estou achando, basear-se numa ilusão (não que eu de alguma forma acredite nisso!).

Se a religião era uma forma transitória e historicamente condicionada de auto-expressão humana, o que isso quer dizer para o cristianismo?Você ficaria surpreso, e talvez até preocupado, se soubesse que rumo estão tomando minhas reflexões teológicas; e é aqui que sinto mais falta de você, porque não conheço ninguém mais com quem poderia discutir essas coisas a fim de ter meu pensamento aclarado.

O que me tem incomodado incessantemente é a questão de o que de fato o cristianismo é, ou ainda quem de fato Cristo é, para nós hoje. Chegou ao fim o tempo em que se podia dizer tudo às pessoas por meio de palavras teológicas ou piedosas, e terminou também o tempo da introspecção e da consciência – e portanto o tempo da religião em geral. Estamos progredindo rumo a uma era completamente isenta de religião; da forma como são agora, as pessoas são simplesmente incapazes de serem religiosas. Mesmo os que se descrevem como religiosos não agem de forma alguma em conformidade com isso, e devem portanto estar se referindo a algo muito diferente com esse “religioso”.

Os mil e novecentos anos de pregação e teologia cristãs estão inteiramente embasados no conceito de uma religiosidade inerente à raça humana. O “cristianismo” foi sempre uma manifestação – talvez a verdadeira manifestação – de “religião”. Mas se um dia fica claro que esse “inerente” não existe de forma alguma, mas tratava-se de um forma transitória e historicamente condicionada de auto-expressão humana, e se o homem torna-se em consequência disso radicalmente irreligioso – e creio que seja mais ou menos esse o caso (do contrário como explicar, por exemplo, que esta guerra, em contraste com todas as anteriores, não está produzinho qualquer reação “religiosa”?) – o que isso quer dizer para o “cristianismo”?

Quer dizer que foi removida a fundação de tudo que havia sido até agora nosso “cristianismo”, e que restam uns poucos “últimos sobreviventes da era dos cavaleiros”, ou uns poucos sujeitos intelectualmente desonestos, dos quais podemos descender como “religiosos”. Serão esses os poucos escolhidos? Será contra esse dúbio grupo de pessoas que deveremos arremeter com zelo, ressentimento ou indignação, a fim de vendermos a eles os nossos bens? Devemos atacar um punhado de gente infeliz em sua hora de necessidade e exercitar sobre eles uma espécie de compulsão religiosa? Se não queremos fazer tudo isso, se nosso julgamento final deve ser que a forma ocidental do cristianismo foi, também ela, apenas um estágio preliminar para a completa ausência de religião, que tipo de situação emerge para nós, para a igreja?

Existem cristãos sem religião? Se a religião é apenas uma vestimenta do cristianismo – e se mesmo essa vestimenta já teve diferentes aspectos em diferentes épocas – o que é então um cristianismo sem religião?E se a forma ocidental do cristianismo foi apenas um estágio preliminar para a completa ausência de religião?Barth, o único a começar a trilhar essa linha de raciocínio, não levou-a até o final, mas chegou ao positivismo da revelação, que em última análise é essencialmente uma restauração. Para o trabalhador comum sem religião (ou para qualquer outro homem) não há lucro algum aqui.

As perguntas a serem respondidas devem ser certamente as seguintes: o que significam uma igreja, uma comunidade, um sermão, uma liturgia, uma vida cristã, num mundo sem religião? Como se fala de Deus sem religião – isto é, sem as pressuposições temporalmente condicionadas de metafísica, introspecção e assim por diante? Como se fala (ou talvez agora não possamos nem mesmo “falar” do modo como estávamos habituados a fazer) de um modo “secular” sobre “Deus”?Em que sentido somos cristãos seculares e sem religião, em que sentido somos a “ek-klesia”, os que são convocados, sem olharmos para nós mesmos de um ponto de vista religioso como especialmente favorecidos, mas ao contrário pertencendo ao mundo de modo completo?

Nesse caso Cristo não é mais um objeto de religião, mas algo inteiramente diferente: é realmente o Senhor do mundo. Mas o que isso quer dizer? Qual é o lugar de adoração e de oração numa conjuntura sem religião? Assumirá a disciplina secreta, ou alternativamente a diferença entre o último e o penúltimo, uma importância nova nesta situação?Como se fala de um modo “secular” sobre “Deus”?Preciso parar por hoje, para que a carta posso partir imediatamente. Devo escrever de novo dentro de dois dias. Espero que você entenda mais ou menos o que estou querendo dizer, e que não ache muito enfadonho. Adeus por enquanto. Não é sempre fácil escrever sem um eco, e você deve me perdoar se isso faz das minhas cartas algo como um monólogo.

Penso muito em você.Seu Dietrich
D
ietrich Bonhoeffer a Eberhard Bethge, do campo de concentração de Tegel / 30 de abril de 1944

Retirado do Site "Penso. Logo Creio": http://williamkoppe.blogspot.com/2008/08/aurora-do-cristianismo-secular.html "

Chuva de vento


Preste atenção nesta música:



Chuva de vento
Crombie


Quem olha pro alto

percebe no céu o Seus sinais

Nas nuvens de chumbo

As gotas que a brisa traz

Molha a terra e colore de flores, quintais

Molha tudo e enche os rios com água a mais

Quem olha pro alto

percebe no céu o Seus sinais

Nas nuvens de chumbo

As gotas que a brisa traz

Molha a terra e colore de flores, quintais

Molha tudo e enche os rios com água a mais

Corre no varal e pega a roupa que seacava ao relento

Fico olhando da janela a chuva de vento


Quem olha pro altopercebe no céu o Seus sinais

Nas nuvens de chumbo

As gotas que a brisa traz


Molha a terra e colore de flores, quintais

Molha tudo e enche os rios com água a mais
Corre no varal e pega a roupa que seacava ao relento

Fico olhando da janela a chuva de vento


Me deixa feliz

Me deixa feliz

Me deixa feliz

Me deixa feliz


---

Ele é a Palavra criadora, o Verbo, (Jo 1.1)

A Ação que move o mundo, e do nada, faz brotar vida. (Gn 1)

E, A Palavra Dele sustém o mundo! (Hb 1.3)


Eu não vejo, mas sei que os meus pés foram feitos pra pisar solo de nuvem, pra sentir a respiração de Deus, pra mergulhar na essência do Seu Ser. Pra me unir à Deus, me encantar com Deus, me apaixonar por Ele, E viver a Sua Vontade!

Quem olha pro Alto, percebe no Céu os Teus sinais...


Eu vejo os Teus Sinais...


Experimente, deite na grama, olhe pros Céus, fale com o Autor!

Respire fundo!!!!!!! Sinta Deus te tocar.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

“Il cielo che governa la terra”




É o Céu que governa, que rege, que sustenta a Terra...
Quando não consigo vislumbrar saída, solução, mas sou rodeada de pressões e as paredes me oprimem, é aí que lembro: Il Cielo Che governa La Terra...Il Cielo!!
Vai dar tudo certo, meu Senhor não esquece daqueles que Nele confiam.

Muitas vezes, quando as pressões exigirem além das nossas forças, compreenda: Il Cielo Che governa La Terra! “Por Suas Poderosas Palavras todo o Universo é sustentado” (Hb1.3) É o Céu meu amigo, é o Céu que rege a Terra. Não é o contrário.
Não é a Terra que sustenta o Céu, mas sim o Céu! O Senhor. Aquele em quem a Palavra tem poder para transmudar as estações.

Com confiança nesta Palavra, adentramos à Sua Presença crentes, não duvidando, mas crendo que Nele há Poder de Mudança. Esta é a nossa Fé, que Nele, Jesus Cristo, todas as coisas foram feitas e nada acontece sem sua permissão e vontade. Que todas as coisas cooperam juntamente para o Bem e tudo se realiza segundo a Sua Poderosa Mão. Seu Amor infindo não desampara os que Nele colocam sua confiança, não duvidando, mas crendo. E se o fogo for aceso e quiserem matá-lo queimado, bem, se Ele não quiser te livrar do fogo, saiba que com Ele estará em poucos segundos. Viver é ganho, morrer é lucro.

Confiantemente Nele,

APS

quarta-feira, 5 de maio de 2010

coMissão



"Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho à toda criatura"


"A aventura da missão é grande: ponte de madeira precária, buracos, lama nas estradas, etc... " (Ir. Juliene, DIC)


Será que estamos prontos?


Tenho pra mim que nunca estamos, sempre à beira de uma saída pra missões, meu coração acelera e temo. Tenho medo pela Responsabilidade que se apresenta, tenho medo do meu próximo, medos... enfim, muitos. Então, me achego ao Pai, me aninho Nele e "o verdadeiro amor, lança fora todo o medo". Em razão disso, o que dizer ou fazer, senão Ir destemidamente rumo ao centro da vontade de Deus?!


Hoje em dia, ando mais na minha, por motivos que vão aquém da minha Razão limitada. As perguntas continuam a me mover, mas, agora entendi que são as perguntas que trazem Vida. Não aquelas que nos afastam, mas, que se nos submetem à reflexão contínua da nossa Vocação. Quer dizer, "Será que o faço por Deus e para Deus?", "Minhas ações são movidas por amor ao Senhor ou por interesses escusos?".


Bem, no sábado ouvi algo que me calou: "Fora de Deus, tudo é nada"


Mais uma vez ouço o que cala a razão, sempre ali, alí tudo se cala. Na presença do Altíssimo tudo se cala. Emudecem as letras, as concepções filosoficas, os acontecimentos, o homem se cala e a carne toma seu real valor "o transitório".


Então, o que faço, é realizado por qual sentir? Aquele que me atrai a Deus, me mostrando que o Nada é Tudo, ou aquele que me afasta Dele, no qual Tudo é Nada?


A missão é estar no centro da vontade de Deus. O resto é consequencia.



"Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.
Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." Fp 3.12-14


Na verdade...bem, a ponte precária, somos nós...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ave Crux




" Os grandes homens e as grandes mulheres da História da Igreja entenderam bem o significado da cruz. E, sem temor, abraçaram todas as situações, humanamente inconcebíveis, no prisma do Crucificado e de sua cruz libertadora. É belo e edificante rever a história de vida desses heróis e heroínas. Quantos ensinamentos nos deixam!" (Pe. Julio Antonio da Silva, falando sobre Me. Agathe Verhelle, site www.institutodasdamas.com.br )

Como isso cala com o meu sentir a Cruz atualmente. Ave Crux, Spes Unica!
Ah, Salve Cruz, Esperança Unica!

Dia após dia eu tenho pedido para sentir e internalizar a Ciência da Cruz em meu peito, inteiramente absorta na concepção de Jesus, sua obra redentora na Cruz.
Alí.
Exatamente alí que tudo aconteceu, na Cruz...

Foi na Cruz que Ele me trouxe Salvação.
Foi na Cruz que Ele me trouxe a Paz.
Foi na Cruz que o véu se rasgou e hoje não são necessários carneiros e bodes.
Foi na Cruz, ah... Santa Cruz! Que eu pude vislumbrar o Céu, todo o amor do Céu!

Abraçá-la essencialmente me trás Vida!
Morte e Vida que se unificam concebendo salvação! Cura! Paz!

Na Cruz, Santa Cruz,

APS

domingo, 2 de maio de 2010

Amar é Renunciar.




“Ao dia que passa
esperança no amanhã
Aos livros ainda não lidos
desapego às coisas vãs

À falta do céu estrelado
Luzes sobre o mar da cidade
Ao coração apertado
alívio na eternidade

Às lindas cantigas cantadas
ouvidos agradecidos
Ao silêncio que sopra
vento com som de riso

Muitos sonhos por realizar
mas ainda temos pouca idade
Com a terra que sujou a calça
vivemos sem vaidade...” (Crombie - Sem vaidade)

Fala tudo o que vivi ontem, exatamente ontem. Descobrindo a minha liberdade. “Olhando pro Alto, percebendo os Seus sinais”
Claro, num bate-papo interessante sobre liberdade, vocação, racionalismo, amor, desejos, paixão, sonhos, muitos sonhos... Essas coisas todas que explodem no peito, e que nos fazem saber que estamos vivos.