sábado, 28 de agosto de 2010

Ausencia.

Olá meus queridos companheiros de blogosfera,

passo neste sábado pra informar que ando ausente em virtude das outras atividades que me apertar por todos os lados: trabalho, faculdade, igreja..
então peço a compreensão de todos e as orações respectivas, quero muito poder sentar pra compartilhar todos os momentos.

Com muito amor,


Amanda Perbeline

Maringa - PR

sábado, 14 de agosto de 2010

Veja bem, meu Bem

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Quer saber? Sobrevivi mais uma nessa rodada da Vida. Porque veja bem, um bate-papo cabeça talvez não seja algo interessante pra alguns, mas um bate-papo cabeça com quem tem O Cabeça, quer dizer A Mente, é incrível! E eu, bem, aquilo que nos uniu sempre foi mais forte do que aquele que tentou nos fechar em nós mesmas.

Cada uma com uma incrível história de dor e morte, tá, e daí? Grande coisa a história que você tem e que você esconde sei lá de quem. Ou que talvez espalhe aos sete ventos. Grande coisa. Não importa realmente qual é a tua historia, importa o que você faz com ela.

Há dias eu não falava com Deus, e tudo o que eu desejava era um coração amigo pra poder contar. Acho que ontem, quando eu chorei dizendo que sentia falta de tudo aquilo, Deus mandou a Borboleta pra me dar um alô. Adoro alôs da Borboleta. Aquela carinha tão simples, e eu nem dava nada por ela, mas poxa, seus 1,75m de altura, cabelo Black, um estilo próprio e sem papas na língua. Sabe o que faz diferença nisso? Um Sujeito que simplesmente fala através da Borboleta, o Espírito de Deus. E quando Ele fala, meu amigo, sem chance de você sair perdendo. Sem chance de você se perder. O máximo que pode acontecer é você se reencontrar. E quando isso acontece, é inexplicável tudo o que pode acontecer em seguida, porque milagres nós não explicamos, vivemos.

Passei meses trancafiada no quarto, ou fugindo de situações que não queria enfrentar, mas agora, é fato: Quero viver! Não quero praticar rapel sem cordas do décimo primeiro andar, eu quero viver! Absurdamente! E quero que o Espírito de Deus também governe tudo isso aqui que eu chamo de Ser. Quero uma completude em mim! Quero caminhar sobre o asfalto sabendo quem eu sou e diariamente conceber que viverei aquele dia em específico. Sem me perder no passado ou no futuro. Mas vivendo intensamente cada dia, as promessas que Deus fez, bem, é Ele quem tem que se preocupar em cumprir. O grande lance é aprender a sossegar e curtir a vida. Sem reservas! Sem temores. Abraçando a expectativa única de que a cada 60 segundos você pode experienciar algo novo. E cada 60 segundos são únicos, não voltam mais. Aproveite essa dádiva. Aproveite esse dia. Aproveite esse Deus.

Bom sábado pra vocês!

Amanda

sábado, 7 de agosto de 2010

Mais uma de coadjuvantes

THE TWILIGHT SAGA: NEW MOON

Olá!

Aos meus fieis companheiros de blog, destes ultimos 2 anos, gostaria de dizer perdão pelo sumiço, sei que ando relapsa, mas, ultimamente tenho estado presa em idéias absurdas e escrevendo textos estranhos demais pra publicar. Estou trabalhando na idéia de Alice Cullen, o pequeno vampiro com cara de fada, de criação de Stephenie Meyer.

Quer dizer, estava tentando escrever o quão fascinante é este personagem pra mim, não pelas suas características de prever o futuro ou coisa que valha, mas, de alguma forma alguns traços de seu caráter se tornaram algo fascinante pra mim. Não sou fã de brigas pelo poder  ou coisa do gênero e percebo que gosto mais dos coadjuvantes, talvez porque os papeis principais estejam meio estigmatizados pela questão do principe e da mocinha. Mas fazer o que?

Eu gosto mesmo é de saber quem são os coadjuvantes e porque eles me atraem tanto.

cullens

Alice Cullen é fascinante pela sua despreocupação aparente com as coisas, pela sua fachada de patricinha, e pelo seu grande coração apaixonado. Apaixonado por Jasper, pela sua família, mas acima disso, apaixonado pelo que é certo fazer, pelo bem da humanidade, e por tentar tornar a vida dos humanos que a cercam mais prazeiroza. É algo que ela, contrariando a sua própria natureza imortal e técnicamente assassina, faz com certeza de que faz o melhor de si.

Criação fantástica. E eu leria com prazer uma historia em que ela deixasse as sombras pra assumir as narrativas.

Bom sábado pra vocês,

 

Amanda Perbeline

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Canon in D – Pachelbel.

piano

Comecei a pensar sobre a importancia de sair do casulo. De ser realmente livre. Ao que parece estou numa interminável fase de “casulo”. Não consigo sequer apontar a cabeça pra fora do quarto sem me sentir absurdamente inadequada à Texas que teimo ver ruas afora.

Curiosa. Sempre fui sedenta de conhecimento. Voraz pelas letras. Tanto que aprendi a ler aos quatro anos. Juntava todas as letrinhas com facilidade e sucumbia ao prazer da leitura, dos novos mundos, das façanhas de um lugar que ninguém me alcançaria ou atingiria. O mundo ideal das letras.

Alguma coisa me fez pensar sobre a minha habilidade a me manter fiel a alguns laços. Não estou casada, nem tem ninguém por aí, mas, é incrivel a minha real teimosia a amar pessoas distantes e sofrer de saudade. Uma absurda saudade que não me deixa sequer viver direito e fico presa a um desejo de viver incansavelmente e aspirar a beleza das descobertas.

Minha maior vontade agora é deitar na grama e respirar um ar tão puro que pudesse me lavar toda a alma. Lembrando que quando a folha se sujar, é sempre bom saber Quem tem a borracha certa. Gosto disso. Gosto de saber que Ele está comigo nessa. Mas me sinto tão distante. Choro tanto.

Sentir que não estou tão só como tenho estado. Bom, por agora é isso,

 

Amanda.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Olhares

 

Alguns olhares dizem tanto que mesmo em fotos parece que sinto o fardo que eles carregam.

Uma vez ouvi uma senhora de idade falar que não tirava fotos porque alí sua alma ficaria aprisionada. Tudo bem que isso não passa de crendice popular não comprovada cientificamente, como se para os antigos o flash da máquina fosse um tipo de instrumento da "cruz de hór" (deus egípcio que segundo a lenda tinha o caminho para a imortalidade da alma na divisão e prisão dela nos objetos terrenos), como se a alma ficasse ali e evitasse a morte terrena da pessoa.

Bem, fato é que ao olhar para aquele rosto cansado, aquelas marcas de sol, aquele brilho difuso que ela carregava. Imaginei quais seriam seus fardos. E muita coisa me passou pela cabeça...

Uma vida de luta, talvez pais ausentes, trabalhar como escravo desde os seis anos, olhares que escondem dores, comprometimentos, segredos de toda uma vida, fardos pesados, cicatrizes e feridas não cicatrizadas. Janelas da alma. Janelas da alma...

Quando você olha dentro dos olhos de alguém, parece que mergulha dentro daquele alguém, os mistérios não revelados começam a querer contar pra você uma história. Alguns desses olhares parece que demonstram isso nas fotografias, você percebe olhares sedentos de conhecimento, olhares cheios de vida, olhares envergonhados, olhares desencontrados. Os nossos olhos revelam nosso coração.

Alguma vez na vida você olhou pra alguém com segundas intenções? Confesse agora a si mesmo, admita essa possibilidade. E, hoje, te desafio a algo mais: Repense as situações que te magoaram. Será que você realmente estava sozinho aquele dia em que pensou que ninguém mais no mundo te amasse? “Porque ainda que teu pai e tua mãe te abandonem, EU, todavia não me esquecerei de ti.”

Ou absurdamente culpado. Enfim... Nada, absolutamente nada, que você carregue em seu olhar pode mudar o fato de que o Olhar Dele, Seu Senhor e Deus, pousem sobre você e te inundem...

Naquele que tem os Olhos mais atraentes que conheço,

Amanda