quinta-feira, 28 de julho de 2011

Curioso, verdadeiro.

Quando lí esse post não pensei duas vezes, preciso partilhar! E, por quê?!
Bem, fato é que quando nós nos deparamos com aquelas coisas incômodas dentro de nós, os nossos próprios fariseus, nossa mania boba de pensarmos que somos melhores, nós não somos. Pensar que estamos em melhores condições, mais santos. Não, nós não estamos.

Engraçado, acho que a questão da culpa e de como lidar com ela está também nesse invasor que vive em nós a quem carinhosamente vou chamar de Fariseu.

O fariseu que mora em mim. Eu não quero matá-lo, não quero brigar com ele, quero convidá-lo para tomar um chá e questionar algumas coisas, exemplo:
_ Fariseu, por quê você age assim? A quem você quer enganar?
_ Fariseu, por quê você humilha seu irmão com as palavras? Por acaso, se você fosse ele, gostaria de ouvir suas próprias linhas?
_ Fariseu, você gosta de bradar nas praças o quão bom você é, por quê? Deus não precisa da sua bondade...
_ Fariseu, você diz que ama a Deus, mas, que tipo de amor é esse? Como você lida com o seu próximo?
_ Fariseu, meu amigo, você não passa de uma criança que quer ser aceita... mas o Senhor te aceita como você é, porque Ele te fez assim. Não é lindo?!!
_ Fariseu, você não é um fariseu, no fundo você é tão lindo e tão perfeito, por ser exatamente imperfeito que não há como esconder: Jesus se entregou também por você.
_ Meu amigo, não fuja, olhe pra si mesmo, consegue suportar esse amor? Eu não. Venha cá, me dê um abraço!
No fim, eu e meu amigo fariseu somos UM. Graças ao Amor de Deus.

P.S. Pra ver o post original, clique no link abaixo.

Saudações, Amanda


1a. Igreja de Springfield: Wi-fi grátis durante o sermão

Adoro sarcasmo! Principalmente quando ele é muito bem aplicado e, de um modo muito poderoso, produz frutos. Como é o caso de "The Simpsons". Assim que vi esta cena, não resisti: corri atrás de uma câmera fotográfica e tirei foto da minha TV, completamente choroso das lágrimas de gargalhada (pela epifania causada por lembrar-me de um grande amigo meu... A igreja ideal...).

A foto, contudo, não me trouxe só risadas. E vi a realidade impregnada naquela imagem. Quantos outdoors existem, não com a mesma mensagem, mas com o mesmo conteúdo. Se é que, na maioria das igrejas de hoje em dia, a única coisa boa que é produzido lá, realmente, é Wi-fi grátis... e com ultra-velocidade, pra atrair mais fiéis.


Assim como Rute constatou, não havia mais pão na casa do pão (Rt 1:1-6, 22). A razão pela qual a família de Noemi deixou Belém (que significa "Casa do Pão") para ir aos campos de Moabe é a procura pelo pão, pois Noemi tinha ouvido que Deus tinha visitado aquele lugar, dando-lhes pão.


É essa fome que move as pessoas... É esse grande vazio (descrito em O grande vazio do homem) dentro de cada ser humano que precisa ser preenchido pelo verdadeiro "Pão da Vida". Não vemos isso mais na grande maioria das igrejas. Ao invés disso, mantém suas ovelhas como porcos, com bolotas de restos de comida, famintas por algo além do Wi-fi gratuito...
João 6:48-51 “Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne”
NEle, em quem me encontro faminto, cansado de navegar nessa internet gratuita,

Diego

A canção de Oséias.


Estava refletindo sobre a Esposa de Oséias, o profeta Oséias. Pra quem não conhece bem a história, ela era uma prostituta e sabe lá quantas foram as vezes que o profeta permaneceu trazendo a esposa pra dentro de casa. Depois de tantas traições, tantas infelicidades.
Esta canção dos Los Hermanos me levou pra dentro da cena da vida de Oséias, o profeta todo amor...



Abre essa porta
Que direito você tem de me privar?
Desse castelo que eu construí
Pra te guardar de todo mal
Desse universo que eu desenhei
Pra nós, pra nós


Abre essa porta
Não se faz de morta
Diz o que é que foi
Já que eu larguei tudo pra ti
Já que eu cerquei tudo ao redor
Abre essa porta, vai, por favor,
Que eu sou teu homem, viu?
Que eu sou teu homem, viu?

Cala essa boca, que isso é coisa pouca
Perto do que passei
Eu que lavei os teus lençóis
Sujos de tantas outras paixões
E ignorei as outras muitas, muitas


Vai, depois liga
Diz pra sua irmã passar
Que eu vou mandar
Tudo que é seu, que tem aqui
Tudo que eu não quero guardar
Que é pra esquecer de uma só vez
Que este castelo só me prendeu, viu?
Mas o universo hoje se expandiu
E aqui de dentro a porta se abriu.

(Composição: Marcelo Camelo)



E Oséias mandava a esposa embora, brigava, e Deus falava com ele, e lá ia Oséias "volta pra cá mulher!" (risos)


Lógico que, contextualização exagerada à parte, com os devidos cuidados, tudo isso serviu pra me mostrar que às vezes eu sou o Oséias, às vezes a esposa dele, às vezes seus filhos. Um tempo atual, um contexto de bagunça moral, a crise da identidade, crise dos paradigmas, crises... A única coisa que importa agora é mergulhar no amor de Deus...



O único amor inconfundível, indelével, imprescritível, inalienável. Ele ama cada um de modo particular. E trás todos nós, "sujos de tantas outras paixões" e nos limpa, dia após dia.


É possível se eximir de tudo isso?



Reflita.




Saudações, APS